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Press releases

11ª Rodada: avanços concretos do mercado brasileiro de E&P

15/05/2013

O retorno de grandes companhias ao mercado brasileiro de exploração e produção de petróleo e gás natural e a conquista de espaço por empresas nacionais devem resultar, em médio prazo, em importante diversificação da oferta dos insumos no País.

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+Gás Brasil é destaque em seminário no Senado

23/11/2012

Confira a íntegra da apresentação sobre gás natural, exibida durante XII Seminário Nacional de Petróleo e Gás Natural no Brasil, no Senado Federal, em Brasília, nesta quinta-feira, 22.

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Gás Natural: o ponto de vista dos especialistas

23/10/2012

Veja neste link as apresentações realizadas por especialistas e membros do governo no III Fórum Estadão Brasil Competitivo: O futuro do Gás Natural, realizado no dia 17 de outubro, quando foi lançado o projeto +Gás Brasil.

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Notícias e artigos

Competitividade da indústria dos EUA cresce com o xisto

24/01/2014

Em função do avanço tecnológico que permite a extração de petróleo e gás natural das rochas de xisto, o cenário energético dos Estados Unidos passa por um período de abundância e caminha rumo à autossuficiência. Este fenômeno, que gera implicações econômicas e geopolíticas importantes, foi tema do editorial de 24 de janeiro do jornal Valor Econômico. O jornal destaca a velocidade impressionante do crescimento petrolífero dos EUA: na semana encerrada em 10 de janeiro, a produção norte-americana ficou em 8,16 milhões de barris por dia, cerca de 2,4 milhões de barris a mais do que há dois anos. Além disso, o uso do xisto derrubou os preços do gás natural e barateou o custo de energia no país. O editorial do Valor ressalta, também, que as importações de petróleo nos EUA estão em queda – com a produção norte-americana chegando a 84,5% do consumo -, assim como os preços de gás natural. Leia mais no Valor Econômico. http://www.valor.com.br/opiniao/3405806/competitividade-da-industria-dos-eua-cresce-com-o-xisto

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Monopólio no setor atrapalha desenvolvimento do mercado de gás natural

17/01/2014

Previsões oficiais dos Estados Unidos demonstram que o país pode se tornar autossuficiente em termos energéticos em 2030 e exportador de gás natural em 2020. Essa revolução na produção de gás norte-americana é tema de artigo do engenheiro de petróleo da SPE (Society of Petroleum Engineers) Rodrigo Rueda Terrazas, publicado no Valor Econômico. Ao longo do artigo, o engenheiro discute a situação brasileira no setor, usando a reestruturação energética norte-americana como exemplo inicial. Segundo o autor do texto, o Brasil tem conquistado novamente a atenção das grandes operadoras estrangeiras para investimentos em exploração e produção de gás, inclusive pela possibilidade de exploração dos depósitos não convencionais, mas os resultados ainda estão aquém do esperado. Nesse sentido, Terrazas chama a atenção para diferenças do mercado brasileiro em relação ao americano que dificultam o desenvolvimento por aqui. “Uma grande parte do (...) sucesso da revolução do gás nos EUA se deu graças a três elementos críticos, os quais não existem no Brasil neste momento. Primeiro, em termos logísticos, os EUA tinham um excesso de sondas de perfuração terrestres disponíveis, o que não ocorre no Brasil. Segundo, os Estados Unidos já contavam com um mercado aberto, altamente desenvolvido, com uma malha de distribuição e transporte de gás incrivelmente complexa e extensa. No Brasil, embora apresente crescimento constante e significativo, ainda é em grande parte monopolizada por poucas grandes empresas. E, diferente do que o marco regulatório permitiria, na prática este mercado não é capaz de ter um modelo realmente aberto/livre”, finalizou Terrazas.

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Leilão de gasoduto é primeiro passo rumo à desverticalização

07/01/2014

O leilão do gasoduto entre Guapimirim e o Comperj, no Rio de Janeiro, que deve acontecer neste semestre, é um primeiro passo em direção à desverticalização do setor. A mudança se tornou possível em dezembro, quando a Agência Nacional do Petróleo (ANP) acatou os pedidos feitos em portaria pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, solicitando prazo de 30 anos e exigência de 85% de conteúdo local para o vencedor do leilão. Ao vencedor, caberá propor menor tarifa para o transporte das moléculas de gás. Haverá restrições à participação da Petrobras na concorrência. Em reportagem do jornal O Globo, Paulo Pedrosa, presidente-executivo da ABRACE e coordenador do +Gás Brasil, salientou ser necessário continuar aperfeiçoando a regulamentação do setor de gás natural no País. “Estamos no início, mas esse desenvolvimento precisa ter mais velocidade. O Brasil será rico em gás no futuro, mas é preciso que as indústrias sobrevivam para chegar até, principalmente diante da competição com a indústria estrangeira, que tem acesso a um gás barato. É necessário agora criar uma ponte para esse futuro”, disse Pedrosa.

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